Sorriu tragicamente triste. Baixou os olhos e então a cabeça, apoiando-a em suas mãos fracas. Balançou para lá e para cá e apertou as mãos como se pudesse esmigalhá-la. Sentiu as lágrimas inundando suas mãos e logo o corpo inteiro estava inundado por uma tristeza gigantesca. Suspirou pesado, derrotado, mas feliz por ainda conseguir sorrir, mesmo que de mentira. E então sorriu de novo, tentando mostrar para si que o mundo é belo. Mas falhou, de novo.
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Durmo, acordo, faço coisas, leio. E esse vazio que ninguém dá jeito?



